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O que é o picolinato de cromo e para que serve

A demanda pelo emagrecimento deixou de ser, há um bom tempo, apenas uma questão estética. Afinal, reduzir o percentual de gordura é uma necessidade também do ponto de vista da saúde. Nesse sentido, vem a calhar o uso consciente de bons suplementos, como o picolinato de cromo.

No entanto, quais são as funções dessa suplementação? De quais outras formas ela pode ajudar? Para quem ela é indicada? Existem maneiras mais indicadas para tomá-la? Levando isso em consideração, preparamos este post com o objetivo de responder a essas e outras perguntas sobre o tema. Se você se interessa pelo assunto, leia o texto até o fim!

O que é o picolinato de cromo?
Usado frequentemente por quem deseja ganhar massa muscular, o cromo picolinato — como também é conhecido — tem conquistado cada vez mais adeptos entre os praticantes de exercícios físicos.

Ele nada mais é do que uma forma variada que permite a melhor absorção do mineral (cromo), cujas indicações de aplicação vão da hipertrofia ao emagrecimento. Pode ser encontrado na natureza em diversos grupos alimentares: cereais integrais, carnes, oleaginosas, leguminosas e assim por diante. Mais especificamente, está presente nos seguintes alimentos:

    • aspargo;
    • cogumelo;
    • cerveja;
    • vegetais;
    • ameixa;
    • vísceras.

De qualquer forma, nenhum deles oferece níveis satisfatórios desse nutriente, dependendo dos objetivos que você tem. Ou seja, quando o ingerimos em meio às refeições, ele não chega nas quantidades necessárias para ajudar significativamente na queima de gordura e no aumento da massa magra. Por isso, surge a opção de consumi-lo como suplemento alimentar.

Como funciona?
Em linhas gerais, pode-se dizer que ele atua diretamente no sentido de melhorar a sensibilidade da insulina no corpo. Essa alteração se dá porque o picolinato de cromo potencializa a ação desse hormônio, sendo também importante para manter sua função.

Na prática, isso se reflete na diminuição da vontade de comer guloseimas muito doces ou outros alimentos ricos em açúcares. Esse efeito acontece por conta da relação entre o nível de insulina e o acúmulo de gordura, que geralmente se torna mais perceptível na região abdominal.

A síntese proteica que ocorre no músculo esquelético, imprescindível para melhorar a hipertrofia muscular, também é um das consequências geradas a partir das funções insulínicas.

Ele também se envolve no metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas, além de ajudar bastante na captação de aminoácidos pelas células. Estes, por sua vez, também são potencializadores dos hormônios insulínicos, além de diminuírem a taxa de cortisol e aumentarem a concentração de testosterona. Ao passo que a primeira leva ao rápido ganho de peso, a segunda é essencial para controlar os ponteiros da balança, entre outros benefícios.

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